Caiado volta a tentar Presidência após quatro décadas

 

Nesta segunda-feira (30/03) sua pré-candidatura à presidência. Há um ano, no início de abril, Caiado já havia feito o mesmo anúncio, em Salvador, durante um grande evento do União Brasil, dando a largada às eleições de 2026, faltando um ano e meio para o pleito.

Batuques ou berrantes, ocorreu com uma entrevista coletiva, após filiação ao PSD, oficializada no último dia 14. Pelo partido de Gilberto Kassab, Caiado encerrará, com o anúncio, a disputa pela candidatura da sigla.

Como o "pacificador" de um Brasil polarizado. E a resposta para isso seria a anistia aos presos pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

Geral e irrestrita", disse. Depois, reafirmou que iria "quebrar a polarização" com a anistia.

Presidente [Bolsonaro], eu estarei dando uma amostra de que vou cuidar das pessoas", disse Caiado.

Ratinho Jr., informou a desistência de concorrer ao Planalto pelo PSD, abrindo caminho para Caiado e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, que também disputava a vaga.

Leite publicou um vídeo em seu perfil no Instagram afirmando que seguia firme com sua pré-candidatura à presidência pelo PSD.

Que, dentre os três governadores, Ratinho Jr. era o candidato mais competitivo, com 7% das intenções de voto, atrás de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Goiás aparecia também em terceiro lugar, mas com percentual mais baixo de intenções de voto: 4%. Já Leite ficava em quarto lugar, com 3% dos votos, atrás do governador de Minas Gerais, Romeo Zema (Novo).

Petista tem 44% das intenções de voto, e Caiado, 32%. Já em um cenário de disputa com Leite, Lula tem 42%, enquanto o governador do Rio Grande do Sul aparece com 26%.

Criticou a posição do PSD. Em um vídeo publicado em suas redes sociais na manhã desta segunda, ele afirmou que a candidatura de Caiado "tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país".

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